sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Vencedor do passatempo "Oblívio"

Antes de anunciar o vencedor quero agradecer mais uma vez à Presença o facto de podermos fazer este passatempo. Agradeço também a todos os que, realmente, leram o material e responderam às questões.
Devo dizer que, com este passatempo mais do que com qualquer outro, me custa não poder dar um livro a cada um dos que responderam acertadamente às questões. Juro que se me tivesse saído o euromilhões (não era preciso o primeiro prémio) comprava um exemplar para vos oferecer (e não digo mais sobre o assunto, já todos sabem o porquê deste sentimento).
Seguem-se as perguntas colocadas e as respostas pretendidas:
1 - No 1º volume, "A Manopla de Karasthan", reune-se numa demanda uma estranha mistura de seres que virão a ser os heróis destas Crónicas. Quem são e quais os seus nomes?
Princípe Aewyre Thoryn, Allumno, um mago, Lhiannah, a bela princesa arinnir, Worick, um thuragar, Quenestil, um eahan, Babaki, um antroleo, Taislin, um burrik e Slayra, uma eahanna negra.

2 - Como se chama a Espada dos Reis?
Ancalach

3 - Em "Os Filhos do Flagelo" a "irmandade" divide-se. Qual a busca levada a cabo por cada um dos grupos?
Quenestil e Babaki partiram em busca de Slayra e dos seus captores e o resto do grupo segue para as inóspitas estepes de Karatai em perseguição de Kror.

4 - Quantos dias tardam Quenestil e Babaki a chegar ao seus destino?
Oito dias
5 - Que pretende descobris Aewrye em Asmodeon?
O que realmente aconteceu a Aezrel Thoryn.

6 - Por quem é atacado Daevin?
Por drahergs.

7 - Que mortes deixam Allarya "à beira de uma espiral de desordem e destruição"?
As mortes dos deuses.

8 - Qual foi a última coisa que Bartilio viu?
Um escarpim munido de espetos vir contra a sua cara.

9 - Como se chama o Aesh'alan que desempenha as funções de Juízo do Flagelo?
Nishekan
E o vencedor é:
Vitor Frazão, São Martinho do Porto

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ghostgirl - O regresso

Dia 11 de Março as nossas estantes voltam a ser assombradas :)
(e já não era sem tempo...)

Sinopse: A vida era para Charlotte uma grande desilusão, e parece que depois de morta também não vai ser melhor. Convencida de que acabar o Ensino para Mortos lhe iria assegurar a passagem para a vida eterna, Charlotte descobre, para sua grande surpresa, que depois disso ainda vai ter de fazer um estágio!
Atender telefones num centro para adolescentes problemáticos não é a coisa mais excitante do mundo. Pelo menos não era, até Scarlet ligar: uma sessão de pedicura que corre mal deixa a sua irmã Petula em coma e Scarlet acredita que Charlotte é a única que a poderá ajudar...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Plágio

Escre­ver opi­niões sobre o que lemos e man­ter um blo­gue deste género é tra­ba­lho que toma mui­tas horas da nossa vida pes­soal. Fazemo-lo por amor ao livros e ao sen­ti­mento de par­ti­lha com quem gosta de nos ler e acom­pa­nha o que escrevemos.

Ao publi­car­mos os fru­tos do nosso tra­ba­lho na net cor­re­mos alguns ris­cos e temos essa rea­li­dade bem pre­sente. Con­tudo, con­ta­mos tam­bém com o bom-senso e a boa-fé daque­les que visi­tam os nos­sos blo­gues e lêem as nos­sas opiniões.

Foi, por isso, com muita pena e algum sen­ti­mento de revolta que nos che­gou ao conhe­ci­mento que alguém copiou, sem qual­quer pedido de auto­ri­za­ção ou res­peito pelo tra­ba­lho alheio, vários tex­tos deste blo­gue. Até agora, des­co­bri­mos dois blo­gues, que se encon­tram aqui e aqui, que foram cons­truí­dos com base em tex­tos e esforço de ter­cei­ros, sem qual­quer refe­rên­cia a esse facto. Não con­se­gui­mos per­ce­ber qual o objec­tivo (ganhar visi­tas?), mas não pode­mos dei­xar de repu­diar total­mente esta situação.

Se veri­fi­ca­rem que tam­bém o vosso tra­ba­lho foi inde­vi­da­mente copi­ado por estes blo­gues, sintam-se à von­tade para par­ti­lhar este texto nos vos­sos blogues.

Assi­nado por:
Som­bra dos Livros

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Livro

Título: Livro
Autor: José Luís Peixoto
Edição: Quetzal
Nº de páginas: 263
“Este livro elege como cenário a extraordinária saga da emigração portuguesa para França, contada através de uma galeria de personagens inesquecíveis e da escrita luminosa de José Luís Peixoto. Entre uma vila do interior de Portugal e Paris, entre a cultura popular e as mais altas referências da literatura universal, revelam-se os sinais de um passado que levou milhares de portugueses à procura de melhores condições e de um futuro com dupla nacionalidade. Avassalador e marcante, Livro expõe a poderosa magnitude do sonho e a crueza, irónica, terna ou grotesca, da realidade. Através de histórias de vida, encontros e despedidas, os leitores de Livro são conduzidos a um final desconcertante onde se ultrapassam fronteiras da literatura. Livro confirma José Luís Peixoto como um dos principais romancistas portugueses contemporâneos e, também, como um autor de crescente importância no panorama literário internacional.”

Quem já conhece a obra de José Luís Peixoto vai continuar a encontrar o seu estilo inconfundível: uma narração fluida em que as palavras são simples e complexas ao mesmo tempo, uma estrutura diferente que nos deixa colados ao livro até à última página e um enredo que pode ser revelado com uma simples frase. Sempre achei que os livros do JLP não são o tipo de literatura para se ler nos transportes públicos, se não corre-se o risco de chamar nomes aos personagens ou soltar um "ah, não posso!" quando finalmente percebemos um ponto fulcral da história. "Livro" não é diferente.

"Livro" conta a história de um rapaz, Ilídio, abandonado pela mãe, numa aldeia cujo nome nunca sabemos. Narra a sua vida e a de outras pessoas da aldeia, os pequenos incidentes que acontecem e as diferentes histórias das pessoas que ali vivem. O narrador muda ao longo do livro, dependendo do personagem. Todos os personagens são marcantes, cada vez que descobrimos mais qualquer coisa da sua história, mais gostamos deles e os compreendemos.

"Livro" não é só mais uma história de amor, mostra-nos também a situação dos imigrantes portugueses em França e a viagem árdua que fizeram até lá. Um pedido de casamento que não termina da maneira esperada é o motivo que leva os protagonistas a esta viagem. Ao ler JLP, não é só o que é narrado que importa, a forma como a história é construída e como vamos descobrindo as pequenas (e grandes) ligações entre personagens e episódios é também muito importante. Por isso, se resumir alguma coisa, estrago a leitura. Além disso, José Luís Peixoto tem de ser lido, não pode ser resumido. (Tipo "Romeu e Julieta", que resumido não tem piada nenhuma!)
9,5/10