quinta-feira, 2 de maio de 2013

Marcados à Nascença

Título: Marcados à Nascença
Saga/ Série: Birthmarked, #1
Autor: Caragh M. O'Brien
Tradução: Maria João Rodrigues
Edição: Everest Editora
ISBN: 9789895015870
Nº de páginas: 416

Num futuro arruinado pelo sol impiedoso, onde a água é mais valiosa do que o ouro, há aqueles que vivem dentro das paredes do Enclave e aqueles, como Pedra Gaia, parteira de dezasseis anos, que vivem fora. Gaia sempre acreditou que o seu dever, tal como o da sua mãe, é entregar uma pequena taxa de bebés saudáveis aos residentes do Enclave, apesar de, fora do recinto, não voltar a ter notícias deles. No entanto, quando aqueles a quem tem servido tão escrupulosamente aprisionam os seus pais, começa a questionar todas as suas crenças. Gaia só pode fazer duas coisas: entrar no Enclave para salvar os seus pais ou morrer a tentar. Caragh O’Brien, nascida em St. Paul, Minnesota, estudou na Williams College e na Universidade de Johns Hopkins. Escreve e leciona em Storrs, Connecticut, onde vive com o seu marido e os seus três filhos. Caragh já publicou numerosos romances com a Avalon Books.

Mais uma das minhas opiniões atrasadas!! Se é verdade que este mês de Abril não li praticamente nada, também é verdade que esta leitura é do início do mês. Ao contrário do que é habitual, a opinião não vem atrasada só pela falta de tempo. em atrasada porque tenho andado a pensar no livro e no que vos posso dizer sobre ele.

Li o livro num serão frio, aqui sentada à lareira (sim, foi um daqueles serões que se prolongam muito pela noite dentro mas ainda assim...) e, para ser sincera, a leitura até foi agradável e o facto de a autora deixar o final muito mais que em aberto, com o destino dos protagonistas completamente em suspenso deixa qualquer leitor curioso. O problema é que depois disso...fica pouco.

A narrativa tem lugar num futuro algo distante, cerca de 300 anos depois da Era do Gelo que, pelo que conseguimos depreender, é o nome dado aos nossos dias - os dias de dependência do petróleo e em que se começam a fazer sentir alterações climáticas drásticas que marcarão o destino da humanidade. A terra já não é o que conhecemos e a falta de água e de comida impera; as populações voltam a um estado praticamente medieval, embora com resquícios de utilização e recurso de bens e conhecimentos científicos de ponta (ainda assim, o leitor percebe que de algum modo, vá-se lá saber porquê, muito se perdeu tanto a nível de conhecimentos como de materiais de trabalho). Gaia é uma parteira de 16 anos (uma idade um bocadinho precoce, digo eu!) que, como todas as outras parteiras tem que dar uma quota dos primeiros bebés que traz ao mundo cada mês, ao Enclave - a elite dominante que vive numa cidade fortaleza no cimo do monte e que rege os destinos de todos. Com 16 anos, a moça não faz muitas perguntas e aceita as maiores atrocidades com uma ligeireza que me deixou algo aparvalhada. Na verdade, de início detestei a personagem principal porque me mexia com o sistema nervoso. A situação foi mudando aos poucos mas Gaia continuou sempre a ser um personagem fraco e muito pobre, incapaz de cativar (supostamente é uma heroína carismática)  e que se vai safando só porque todos, vá-se lá saber porquê, a ajudam sem razão aparente. 

Contudo, o problema não está só na personagem principal, é transversal e atinge todos os personagens do livro. Não têm profundidade, não cativam. O único que ainda é capaz de criar ali algum tipo de conexão com o leitor é Leon mas penso que isso se deve ao mistério e às suas acções que, por vezes, parecem desajustadas ou irreflectidas. Leon é também o "par" amoroso de Gaia num "romance" sem pés nem cabeça.   Nunca chegam a vias de facto mas o clima amoroso é um bocado estranho e absurdo. Tal como tudo o resto, as acções dos personagens, e a realidade criada por O'Brien não é explicada. As coisas são assim porque são assim e isso é algo que a mim não me contenta. A única explicação que conseguimos receber (e mesmo assim não consegue ser completamente satisfatória) está relacionada com a quota de bebés que têm que ser entregues ao Enclave. 

Mas nem tudo é mau ou menos bem conseguido. A ideia em si é muito boa e a autora, já no final, deixou-me com a esperança de poder vir a ver alguns dos defeitos, que assinalei acima, serem colmatados. Tenho consciência que é um livro dirigido a um público muito jovem e que a trama, bem como os personagens, pode vir a evoluir positivamente em volumes futuros. Gostei do mistério com as marcas, se bem que ache que a autora poderia ter explorado mais o assunto e feito "render um pouco mais o peixe". Mas aquilo de que gostei mesmo foi da descrição. Caragh não escreve lindamente, também não é uma escrita que meta medo e da qual se fuja. Não, é uma coisa muito normal, sem recurso a grandes artifícios. Contudo, consegue descrições vividas e cheias de cor que se transformam em algo magnífico quando se trata de descrever sabores. Neste aspecto fez-me lembrar O Perfume dado que consegui realmente sentir o sabor do pão ou das laranjas na boca enquanto lia a descrição.

Em resumo, é um livro que se lê muito bem mas que não achei aquele "espectáculo" que dizem por aí, embora a ideia seja muito boa. Penso que talvez seja uma leitura ideal para alguém muito mais novo que eu, que não exija grandes explicações por parte do autor e que esteja a iniciar-se neste mundo das distopias.

5.5/10

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Aquisições de Abril

Este mês não foi muito rico em leituras, (como devem ter reparado os que passam por aqui com alguma regularidade) muito devido à falta de tempo mas também porque estava a passar uma fase daquelas "Não sei o que me apetece ler..." que acabam por destruir qualquer tentativa de pegar num livro. Acho que já passou! :) Ontem chegou uma encomenda nova e já me atirei a ela "com unhas e dentes".
Mesmo assim, acabei por aproveitar uma promoção no dia mundial do livro e ainda fiz umas comprinhas. Foi uma espécie de desforra porque em Maio estou proibida de comprar livros para evitar que o pessoal seja obrigado a trocas com as minhas prendas de aniversário (regras são regras :( ). Mas, por enquanto, tenho muito com que me entreter porque chegaram ontem cá a casa:



 Uma mulher que luta por se afirmar na região dos Balcãs em 1177... A sinopse promete e deixou-me com vontade de o ler logo que saiu.




Depois de ter lido os 4 primeiros volumes não podia deixar de lado este. Apesar de o protagonista não ser o mesmo - nem tão pouco a época ou o cenário - já comecei e estou a adorar.




Fiquei curiosa com algumas das opiniões que vi em alguns blogues, não apenas deste livro mas dos que lhe seguem. Depois do nosso Pequeno Ser me ter falado dele vi que não podia deixar passar esta leitura. Cá está ele, prontinho a ser devorado!!




Esta é uma daquelas autoras que me provoca comichões nas pontas dos dedos assim que lhe vejo o nome numa capa nova! Já sei que é mais YA e não aquilo a que estamos habituados mas... é Joanne Harris e está tudo dito.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Top Ten Tuesday - Ten words/topics that will make me pick up or buy a book

Esta coisa do Top Ten Tuesday faz-me sempre pensar um bocadinho!! É verdade. À primeira vista todos parecem muito fáceis mas quando vamos dedicar-nos à analise da situação, ela muda de figura. Ainda assim, é sempre divertido.
Hoje tive que meditar um pouco nas palavras ou tópicos que me chamam mais a atenção num livro. Imaginei-me numa livraria e comecei a visualizar... Cheguei à conclusão que a primeira coisa que me chama a atenção num livro é a capa - a imagem (deve ser a mesma coisa com toda a gente); depois, se me agradou, viro logo o desgraçado das avessas para lhe ler a sinopse. Se não me agrada ponho-o logo de parte, sem delongas. Se me agradar olho com mais atenção para a capa para ler o título (eu sei, eu sei... as pessoas normais lêem o título logo na primeira análise da capa. Mas eu não sou muito normal... em certas coisas!). Só no fim disto tudo é que leio aquelas baboseiras que as editoras acrescentam às capas (desculpem lá mas irrita-me um bocadinho a coisa de "este autor é o sucessor de autor X ou Y" ou "o próximo livro xpto com êxito assegurado" ou o que o New York Times disse ou deixou de dizer. Sei julgar eu própria quando leio e se depois quiser saber o que diz a imprensa, procuro. Irrita-me!!). Com tudo isto, fica complicado escolher palavras que me façam comprar um livro ou pegar nele. Até porque as únicas palavras que me fazem comprar um livro de maneira automática são os nomes de algum autores...  Posto isto, concluí que era melhor analisar as palavras que me fazem hesitar e me levam a dar a segunda olhadela à capa (aquela em que, se já estou balançada, leio o nome do dito) - é na leitura da sinopse que decido qual me acompanha a casa :)

Dragões - não sei muito bem porquê mas desde pequena que sou fascinada por estas criaturas. Actualmente não tenho encontrado muitos títulos sobre eles e até já tenho algumas saudades de me debruçar sobre o tema.

Rei Artur/ Morgana/ Távola Redonda/ Avalon - Deve ser porque os primeiros livros "a sério" que li foram As Brumas de Avalon. A verdade é que é complicado resistir a um livro que tenha alguma relação com estas palavras/ esta temática.

Elfos - esta é uma daquelas palavras que, se estiver na capa, me salta logo à vista. Posso não fixar o título nem nada mas se tem "elfos"... estou desgraçada!! Devem ser reminiscências dos meus 15 anos e da primeira leitura d "O Senhor dos Anéis".

Distopia/ Pós-Apocalíptico/ Apócaliptico - Não há muito tempo que comecei a ler distopias mas entranharam-se em mim e agora não lhes resisto. Enfim, já apanhei algumas desilusões, naturalmente, mas regra geral adoro-as.

Ásia/ Japão/ China - Há pessoas que são apaixonadas por África. Esse é continente que a mim não me diz nada. Já os países lá mais para os lados do sol nascente fazem as minhas delícias.

Medieval - Não é bem a palavra em si, é mais o conceito. Adoro um bom livro com características medievais. Não precisa de ser uma coisa muito rigorosa mas um cheirinho, por pequeno que seja, daquela época já me torna as leituras mais agradáveis.

Magia/ Dom/ Capacidades Mágicas - São coisas que me puxam. Os primeiros livros que li eram ricos em personagens com capacidades e qualidades mágicas invejáveis. Fiquei com sequelas...

Livros/ Livraria/ Biblioteca - Querem melhor para alguém que adora ler que um livro sobre livros ou o universo que os rodeia? 

Mitologia/ Deuses - Seja grega, romana, nórdica... eu quero lá saber, tudo o que meta deuses e mitologia normalmente desperta o meu interesse. Claro que tenho as minhas preferências mas...

Itália Renascentista - A  par da Inglaterra Vitoriana e da Nova York dos anos 20 é uma época que me desperta muito a atenção e a imaginação.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Proua i Percunceito - Capítalo XVII





L die apuis, Elizabeth cuntou le a Jane l que se habie passado antre eilha i l Senhor Wickham. Jane scuitou la, a modo spantada i antressada; nun podie acraditar que l Senhor Darcy fura assi tan zmerecedor de l’amisade de l Senhor Bingley; assi i todo, nun staba ne l modo de ser deilha poner an dúbeda la berdade dun moço de figura tan amable cumo Wickham. La possiblidade de este algue beç haber sufrido tan grande anjustícia, bundaba pa le abibar ls mais ternos sentimientos; i de modo que nun tenie outro remédio que nun fura pensar bien de dambos a dous, defender l cumportamiento de cada un, i botá le las culpas a un mal antendido l que de outro modo nun podira ser splicado.

Dambos a dous haberan,” dixo eilha, “sido anganhados, tengo l’eideia, dun modo ou doutro, por algo que nun podemos adebinar. Quien sabe se nun fui giente antresseira que ls puso d’a mal un cul outro. Ye, falando debrebe, ampossible para nós adebinar las rezones ou l modo cumo se apartórun, sien que nien un nien outro séian culpados."

Tenes toda la rezon; i agora, mie querida Jane, quei me dizes a fabor de ls antresseiros que talbeç téngan a ber cun este assunto? Çculpá los tamien, ou bamos mos a sentir oubrigadas a poner las culpas an alguien.”

Faç caçuada se quejires, mas you nun bou a demudar de oupenion. Mie querida Lizzy, pensa solo an que campo tan zounroso esso deixa l Senhor Darcy, al tratar dessa maneira l faborito de l pai del, alguien a quien l pai del pormetiu ajudar lo. Ye ampossible. Nanhun home cun alguns sentimientos, que tenga an buona cuonta l sou carátele, serie capaç dũa cousa dessas. Achas que ls amigos mais íntemos stan assi tan eiludidos a respeito del? Á! nó.”

Sou mais lhebada a acraditar que l Senhor Bingley seia bítima dun anganho do que todo l que l Senhor Wickham me haia cuntado onte a la nuite nun haba passado dũa ambençon del; nomes, feitos, an todo el amentou sien eisitar. Se nun fur assi, l Senhor Darcy que lo benga a cuntradezir. Al menos, habie sinceridade ne l mirar del.”

Ye rialmente defícele—ye lhamentable. Ũa pessona nun sabe l que há de pensar.”

“Perdona me; ũa pessona sabe bien l que pensar.” 

Mas Jane poderie pensar que staba cierta al menos nun punto—que l Senhor Bingley, se staba a ser anganhado, muito el iba a sufrir quando todo se benisse a saber.

Las dues rapazas fúrun chamadas de l jardin, adonde esta cumbersa se passaba, puis habien acabado de chegar algues de las pessonas de quien stában a falar; l Senhor Bingley i las armanas benien pessonalmente a cumbidá las pa l baile an Netherfield, yá muitá aguardado, i que staba marcado pa la terça apuis. Las dues ties amostrórun se ancantadas por béren outra beç la sue querida amiga, falórun ne l muito tiempo an que habien stado apartadas i bárias bezes le preguntórun an que se habie acupado çque se habien apartado. Al restro de la família pouca atencion le dórun; fazendo todo l possible por nun ancarar cula Senhora Bennet, dezindo le pouca cousa a Elizabeth, i nada a todas las outras. A seguir fúrun se ambora, alhebantando se de ls sentalhos tan foutas que agarrórun l armano de surpresa, i apressiando se a salir para se scapáren a las amablidades de la Senhora Bennet.

L’eideia de l baile an Netherfield era mui agradable para todas las ties de la família. La Senhora Bennet dou an cunsidrá lo cumo sendo dedicado la sue filha mais bielha, i staba specialmente agradada por haber recebido l cumbite de l própio Senhor Bingley an pessona, an beç de un ceremonioso carton. Jane manginaba se nũa nuite marabelhosa an cumpanha de las sues dues amigas i cun las atençones de l armano; i Elizabeth sonhaba cun l gusto de beilar cun l Senhor Wickham i de ber la cunfirmaçon de todo na pessona i ne ls modos de l Senhor Darcy. La felcidade antecipada de Catherine i Lydia nun dependie tanto de un solo acuntecimiento, ou dũa pessona an special, puis, anque cada ũa deilhas, na mesma que Elizabeth, fazisse tencion de beilar metade de la nuite cun l Senhor Wickham, de modo nanhun el era l solo par que las podie sastifazer, i al cabo i al restro un baile era un baile. I até la própia Mary le garantiu a la família que nun sentie nada contra un adbertimiento desses.

- "Çque puoda çponer de las mies manhanas para mi”, dixo eilha, “dou me por sastifeita—You cuido que nun ye un sacrafício partecipar de beç an quando nũa fiesta a la nuite. Todos tenemos deberes sociales a cumprir; i cunfesso que sou de las pessonas que cunsídran que ls anterbalos de recreio i adbertimiento son recomendables para todo mundo.”

Elizabeth staba tan animada por esta oucasion, que anque nun falasse muita beç cun l Senhor Collins a nun ser que fusse mesmo perciso, nun fui capaç de passar sien le preguntar se fazie tencion de aceitar l cumbite de l Senhor Bingley, i se l aceitasse, se el achaba própio participar an adbertimientos pula nuite; i eilha quedou surpresa quando el le respundiu que nun tenie nanhun reparo a esse respeito, i nun tenie miedo nanhun de ser cinçurado, tanto pul arcebispo, cumo por Lady Catherine de Bourgh, por s’astrebir a beilar.

De manera nanhue cunsidro, acraditai me”, dixo el, “que un baile destes, ouferecido por un moço de carátele, a giente respeitable, puoda tener algo de mal; i stou tan loinge de me ampedir de beilar, que spero tener la honra de beilar cun todas las mies ancantadoras primas pula nuite afuora; i aporbeito esta oupertunidade para bos pedir, menina Elizabeth, ls dous purmeiros bailes an special, i spero que mie prima Jane beia esta scuolha debida a ũa rezon justa, i nó cumo ũa falta de cunsidraçon por eilha.”

Elizabeth quedou mui zeiludida. Eilha que se habie aperpuosto guardar aqueilhes dous bailes tan speciales pa l Senhor Wickham; i agora tenie que ser cun l Senhor Collins! la sue animaçon nunca habie tubido tan mala hora. Assi i todo, nun  habie modo de scapar. La felcidade de l Senhor Wickham i la deilha mesma fui adiada para un cachico mais tarde, i la perpuosta de l Senhor Collins aceite cun tanta gentileza quanto le fui possible. Eilha nien sequiera staba agradada pula galantarie del, puis l’eideia scundie algo mais. Pula purmeira beç dou an pensar, que eilha era la scolhida antre las armanas para se tornar la senhora de la casa paroquial de Hunsford, i cumpletar la mesa de jogo an Rosings, na falta de bejitantes mais scolhidos. Essa eideia lhougo se demudou an certeza, quando ouserbou cumo crecien las atenciones del an relaçon a eilha, i oubiu las muitas bezes an que el fazie por agabá la pulas sues capacidades i por ser mui lista; i anque stubira mais spantada do que recoincida por esse eifeito de ls sous ancantos, nun se passou muito tiempo sien que la mai le dira a antender cumo le agradaba un probable casamiento antre eilhes. Assi i todo, Elizabeth mais quijo nun se dar por achada, puis staba yá a ber la çcuçon fuorte que ũa cuntestaçon deilha iba a traier. L Senhor Collins podie até nunca chegar a fazer l pedido, i, até que l fazisse, era tiempo perdido star a renher por bias del.

Se nun tubira sido l baile an Netherfield que habie que purparar i era assunto de cumbersa, las meninas Bennet mais nuobas íban a star nessa altura nun stado lhastimoso, puis zde l die de l cumbite, até al die de l baile, chobiu tanto i sien paraije que fui ampossible íren ũa sola beç a Meryton. Nien tie, nien oufeciales i criqueirice para fazer—ls própios centros de rosas para Netherfield tubírun que ser feitos por anquemenda. La própia Elizabeth perdiu algue pacéncia por bias daquel tiempo a puntos de haber suspendido de todo ls abanços de l coincimiento deilha cun l Senhor Wickham: i nada a nun ser l baile de terça, poderie haber tornado la sesta, l sábado, l deimingo i la segunda suportables para Kitty i para Lydia.