
Rodrigo McSilva divulgou hoje a capa de um dos próximos títulos da colecção
Via Láctea.
Escritos Ancestrais é o primeiro volume da série
Campos de Odelberon e, segundo o autor, será editado já no próximo mês de Setembro embora a data exacta ainda não seja conhecida. Eu espera que seja na primeira quinzena porque há meses que o Rodrigo me anda a deixar com água na boca...
Não posso adiantar-vos a sinopse apenas dizer que os personagens serão principalmente deuses dos panteões grego, eslavo, celta e nórdico. Deixo-vos a belíssima capa criada por Tiago da Silva, autor de algumas das minhas capas preferidas da colecção Via Láctea. Podem dar uma espreitadela ao trabalho deste artista
aqui.
3 comentários:
Não tinha conhecimento deste livro nem do autor, mas parece interessante e a capa está linda!
Tenho que te dizer que também ando mortinha por deitar a mão a este livro.
Parece-me bastante interessante :)
A primeira vez que ouvi falar deste livro fiquei curioso, porém, mantive as minhas expectativas baixas, para evitar desgostos. Afinal, os mitos que o autor pretendia utilizar haviam-me feito companhia durante a infância e todos sabemos quão delicadas são essas memórias.
Terminada a leitura devo dizer que não desapontou, sendo o balanço positivo. Por um lado, deu-me a oportunidade de rever “velhos amigos”, por outro, fui apresentado a outros que não conhecia tão bem. Mitos testados pelo tempo, aliados a novas histórias concebidas à medida que essas entidades ancestrais foram tiradas do seu ambiente natural e colocadas em novos cenários, numa temática de êxodo/conquista do Novo Mundo, permitiu uma narrativa interessante.
Contudo, não há bela sem senão. Uma vez que aborda as vivências de diversos povos ao longo de várias décadas, é um épico e, como tal, centra-se nos eventos em grande escala em detrimento dos indivíduos, acabando a acção por ser acelerada e as personagens pouco aprofundadas. Infelizmente, tendo em conta os parâmetros do livro, seria difícil ao autor contornar essa questão.
A título pessoal, devo dizer que não sou fã da divisão vincada entre o Bem e o Mal que o autor concebe, em que os maus são feios, porcos e imorais, sendo os bons a personificação de tudo o que está certo. Lá está, é uma questão de gostos.
http://cronicasobscuras.blogspot.com/
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