
1822 surge na sequência de 1808, que se centrava na ida da família real portuguesa para o Rio de Janeiro, e aborda a Independência do Brasil. O livro foi publicado naquele país no dia 7 de Setembro, o dia da referida Independência, e no mercado brasileiro foram já colocados mais de 200 mil exemplares, correspondentes às duas primeiras edições.
Programa:
22 de Setembro, quarta-feira, 15:00, visita à Escola EB 2/3 de Paranhos, no Porto, para conversa com várias turmas de alunos
22 de Setembro, quarta-feira, 21:30, debate de apresentação na Escola EB 2/3 de Paranhos, no Porto, com a participação de Carlos Magno e Rui Moreira
24 de Setembro, sexta-feira, 19:00, lançamento oficial no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, com apresentação de José Norton.
Sobre a obra:
1822 sucede a 1808, obra de grande sucesso no Brasil (mais de 600 mil exemplares vendidos) e em Portugal. O primeiro livro centra-se na fuga da família real portuguesa para o Brasil; esta nova obra, por sua vez, aborda a independência daquele país, que, como se sabe, foi proclamada num momento que ficou conhecido como o Grito do Ipiranga.
1822 sucede a 1808, obra de grande sucesso no Brasil (mais de 600 mil exemplares vendidos) e em Portugal. O primeiro livro centra-se na fuga da família real portuguesa para o Brasil; esta nova obra, por sua vez, aborda a independência daquele país, que, como se sabe, foi proclamada num momento que ficou conhecido como o Grito do Ipiranga.
O livro é um relato detalhado, ao estilo jornalístico, do processo de independência do Brasil. Composto por vinte e dois capítulos acompanhados por ilustrações de acontecimentos e personagens da época, o livro abrange um período de catorze anos, entre a volta da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, em 1821, e a morte do imperador D. Pedro I, em 1834.
1822 é resultado de três anos de pesquisas, durante os quais o autor consultou cerca de 170 livros, percorreu diversos locais dos acontecimentos ligados à Independência do Brasil ou à vida de D. Pedro. Entre outros lugares, refez o caminho percorrido por D. Pedro do Rio de Janeiro a São Paulo na véspera do Grito do Ipiranga, em 1822. Também esteve no Piauí, local da Batalha do Jenipapo, travada no dia 13 de Março de 1823 e na qual morreram cerca de 400 brasileiros às mãos da bem armada e treinada tropa portuguesa. Em Portugal, o autor visitou o Arquipélago dos Açores e as linhas de trincheiras do Cerco do Porto, episódio da guerra civil entre D. Pedro e seu irmão D. Miguel de 1832 a 1834.
O trabalho de pesquisa contou a orientação do diplomata, ensaísta, historiador, poeta e académico Alberto da Costa e Silva, um dos mais respeitados intelectuais brasileiros, ex-presidente da Academia Brasileira de Letras.
Os interessados podem ler as primeiras páginas aqui.
2 comentários:
Desta nao sabia. Ainda por cima na minha antiga escola. Bom saber :)
Mag Kruger.Comprei o livro 1808 somente pelo título por ser tema abrangente do 5ºano antiga 4ªsérie.Faz mais ou menos uns 8 a 9 meses que comprei e não o li ainda.Mas, lendo a entrvista do do DC sobre o novo livro 1822 fiquei muito surpreendida e ja aprendi coisas interesantes.Depois que ler o 1º comprarei o 2º e tantos quantos vierem.Sou apaixonada por livros ter contato,ler e reler.Não sei o que serei sem ele.Quando isso acontecer não quero estar mais aqui.
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